CLP 49: Shows Marcantes

 

No Caçadores da Lista Perdida #49, o time completo do Bacanudo relembra os shows que marcaram suas vidas com perrengues, sortes, desastres naturais e até mesmo “confortos”!

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Caçadores da Lista Perdida #49:

  • Enfrentar a família pelo Rock!
  • Pedro: Azar e Sorte
  • Sobrevivendo aos desastres naturais!
  • Show confortável com Ice Smirnoff
  • #QueméDio
  • Foto do Pedro com Ben Harper!

Indicamos no programa:

  • Iron Maiden (Rock in Rio 2013)
  • Ben Harper (BH 2011)
  • Foo Fighters (Quilmes Rock 2012)
  • Placebo (Salvador 2005)
  • Entre outras menções nostalgicas!

Citado na Seção Bacanário!

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Vinheta Abertura

  • Texto e Edição: Nícolas Queiros
  • Dublador: Nato Vieira

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  • bacanudo@bacanudo.com.br
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Bacanudo existe desde 2013 e está presente sempre que coisas bacanas acontecem! Além de tentar produzir conteúdo diferente e divertido!
  • Cara, a história do Ovelha foi a campeão, viajar 12 horas de buzão para a Argentina, ficar na trovoada firme forte, assistir o show e voltar molhado pra casa foi realmente épico.

    Numa proporção de desgraça um pouco menor, tive a oportunidade em 2005 de ir no show do Creedence Cleawater Revival, em Tubarão – SC. Pra quem conhece a região, sabe que no inverno essa região é muito, mas muito fria, e era exatamente no inverno que estava rolando o show. Eu e um amigo pegamos o ônibus e fomos a Tubarão, numa viagem de umas 5 horas. Chegando na rodoviária, já vimos o horário do ônibus pra voltar, que visto no painel, era mais ou menos umas 02:30 da manhã, até ai tudo bem. Fomos pra festa, aquele frio do caramba, muito vinho, bebidas quentes, conversas com as menininhas, e começou o show. Foi maravilhoso, a realização de um sonho, ver o Creedence original ao vivo, ali na nossa frente, cantar todas as músicas, foi sensacional. O show acabou por volta das 02:00 da manhã, olhei pro meu amigo e falei “Acabou cedo, acho que a gente podia pegar o ônibus cedo e já ir embora.”. Pegamos um taxi com destino a rodoviária, chegamos e fomos comprar a passagem de volta, a falando que queríamos o ônibus das 02:30, nesse momento o rapaz do caixa vira pra gente e fala que aquele ônibus era só no verão, o horário certo do ônibus era só as 08:30 da manhã, ou seja, teríamos que ficar ali esperando o ônibus a noite inteira, num frio do cacete (sem sacanagem, eu não costumo reclamar do frio, mas aquele dia estava um inferno gelado). Pra resumir, ficamos sentados meio deitados nas poltroninhas da rodoviária, com mendigo vindo pedir dinheiro e acordando a gente, se revezando nas idas a cantina para tomar chocolate quente e comer alguma cosia, acho que fomos umas 10 vezes comer de tão frio que estava e o tempo não passava, e o tempo não passava. A cantina de madrugada era tipo aqueles bares americanos que ficam abertos direto, saca, aqueles velhos caindo aos pedaços dormindo na mesa com 1 copo de cerveja servido, aquela garçonete que mais parecia uma bruxa, realmente uma experiência bizarra. Seis horas depois esperando a porra do ônibus, conseguindo ir embora e voltar pra casa, passando uma noite de frio bizarra mas posso bater no peito e dizer que eu assisti o show do Creedence.