Bacanudo 041: Quadrinhos no Brasil (etc.)

 

No Bacanudo #041: A equipe se juntou a Carlos Ruas, criador de Um Sábado Qualquer e a Sidney Gusman, editor da MSP, para falar de quadrinhos no Brasil de uma maneira divertida, mas sem meias palavras!

Rolou no Bacanudo #041

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Bacanudo existe desde 2013 e está presente sempre que coisas bacanas acontecem! Além de tentar produzir conteúdo diferente e divertido!
  • Fernando de Laurentiis

    Caraca, tive q ver o fonte da pág, procurar por “mp3” pra poder baixar o cast!!

    Cadê o link pra download??
    Tudo isso pra ganhar like no ITunes??
    Dançaram…

    • É um problema com o player novo. Não lembra que trocamos há pouco tempo?

      Sério mesmo que você que a gente iria tirar o botão de download de propósito, meu velho?! Dois anos de programa, a gente gravando, interagindo no grupo, etc, e acha que a gente agiria de a fé dessa forma!? 🙂 Acha meessmo que é por conta de “like” na iTunes? Meeeesmo?!

      • Fernando de Laurentiis

        Entoncis… não percebi a troca do player não. Venho baixando CLP e Bacanudo sem problemas, só esse mesmo.
        Isso pra mim não é “pobrema”, baixo como der.
        Tks!

        • Mas não acusa de má fé assim não que magoa! 🙂

          • Fernando de Laurentiis

            Discupaê!! =)

    • Ricardo Alves

      cara está ali na barra cinza logo abaixo da arte. Feed e MP3

  • Guilherme Carvalho

    Esse bacanudo foi muito gostoso de ouvir. Me senti ouvindo uma conversa entre grandes amigos.

  • Ricardo Alves

    Pessoal, muito obrigado por mais um bate papo maravilhoso, poxa, que sorte eu tive em encontrar o podcast de vocês a menos de 3 meses. Já ouvi tudo e espero ansiosamente por tudo o que vocês possam fazer de bacanudo pra alegrar nossas semanas que virão.

    Abraço

    • Obrigado, Ricardo! Vamos em frente por aqui! 🙂

  • E aí pessoal! Bom dia!
    Sobre o Bill Waterson, achei bacana a discussão e fiquei meio dividido se concordo ou não. Acho que concordo em partes. O Bill Waterson é recluso pra caramba e como todos disseram, é uma exceção.

    Mas não concordo nos pontos dele ser “dodói” por não ter licenciado seu personagem. Acredito que cada um tem seus motivos e entende sua criação. O Calvin pode ter sido pirateado aos montes, inclusive eu conhece o Calvin, sem saber que era o Calvin, naquele adesivo de carro em que tinha um moleque mijando com cara de gente ruim.

    O Calvin fala de coisas, trata de assuntos, filosofa tudo de uma maneira única. Aliás, acredito que ele só é tudo que é por essa decisão dele. Já pensou ter saído um filme do Bill Waterson à lá Dennnis, o Pimentinha? O que tem de Calvin nisso?

    Mas todo mundo argumenta: “Ainnn…Mas isso não muda quem o personagem é nos quadrinhos…”. Não. Mas como foi falado, depende de quem está a frente e pro Waterson, por estar dentro do mercado e saber como funciona, nem sempre ele estaria a frente.

    Não é pecado ganhar dinheiro com seu trabalho, até porquê né, é como essa sociedade que estamos inseridos funciona. Mas acho injusto a comparação que o Pedro fez por exemplo, do Ruas pra o Waterson. O trabalho do ruas é TOTALMENTE comercial, ele fez PRA ISSO, as tirinhas dele são todas voltadas pro HOJE e o que vier é LUCRO. Essa é a visão DELE, do Ruas, ele disse com todas as letras, é um empreendedor, de artista eu acho bem pouco. Se você olhar daqui um tempo algumas tirinhas, senão muitas, vão estar todas datadas porquê elas dependem de um contexto pra funcionar. Não sei se esse é o “modelo” de tirinhas na internet, mas na minha opinião de bosta, sendo na internet ou não, uma tirinha é boa quando ela é atemporal, quando eu consigo ter leitura dela em várias camadas do mesmo jeito que é meu conhecimento relativo sobre as coisas: em certa idade eu entendo de um jeito, mas pra frente eu entendo de outro e assim por diante, ela continua a mesma mas se transforma aos meus olhos.

    Ele, o Ruas, deu certo sim enquanto empreendedor, mas valor de conteúdo das tirinhas, eu acho muito raso, mas acredito que seja porquê EU não sou o tipo de público que ele quer atingir. Aliás, acho até “ingênuo” da parte dele dizer que “Ahh usar a Mônica como maçã, não vejo problema, é só ter cuidado como seu personagem vai ser usado”. Rapaz, eu não faço parte do mercado editorial, então vou cagar regra que não é assim e o mercado tá cheio de exemplos pra provar, seja com quadrinhos, livros ou o que for. A decisão do Waterson foi ficar com o personagem como ele foi concebido. Foi pirateado? Foi. Mas igualmente isso não mudou quem o personagem é e se nos dois casos, licenciando e não licenciando isso não mudaria o personagem, então porquê ele não licenciou de vez? Pelo simples motivo que o Waterson acredita que “sucesso” e “reconhecimento” não estão atrelados a palavra dinheiro. Pensem sobre isso. Vocês fazem julgamento de valor unicamente baseado nesse ponto de vista.

    Aplico um argumento parecido também pra comparação Waterson e Maurício de Sousa, que também acho injusto afinal uma coisa é uma coisa, outra coisa é um pneu de caminhão. O Maurício foi um exemplo que conseguiu manter seus personagens e licenciá-los em TUDO. Ele é totalmente desapegado dos personagens dele, pelo menos de acordo com o Sidney nas entrevistas fala. “Vamos fazer eles como mangá? A garotada adora isso, criaremos uma linha a parte”, “Ótimo! Vai lá! Confio em vocês” e taí, turma da Mônica Jovem, um tremendo sucesso (e é de verdade muito boa!).

    Como dito, o Maurício também é uma exceção, só que do lado oposto e é aquela coisa, eu posso ser muito bom em quadrinhos, mas NEM TODO MUNDO É UM MAURÍCIO DE SOUSA.

    Um outro exemplo dos quadrinhos que é um sucesso tremendo e acredito que é um meio termo entre Waterson/Maurício de Souza, é o Mike Mignola com o Hellboy. Ele licencia o personagem, existe até 3 volumes chamados “Contos Bizarros” em que vários quadrinistas renomados e independentes criavam histórias curtas do Hellboy. Mas o Hellboy mesmo, o único responsável é ELE, ele que faz os roteiros dos arcos principais e outras pessoas fazem histórias do universo à parte, do BPRD.

    Enfim, falei bagaraio mas o tema do programa me dispôs a isso. Meus parabéns pela idéia e é sempre bom ouvir o Sidney falando sobre os projetos que estão por vir, que são maravilhosos!

    • Victor Vasques

      Stuart, acho que você falou tudo! Concordo com cada detalhe

  • OLucasConrado

    Fala, pessoal, beleza?

    Baixei o episódio esperando recomendação de quadrinhos pra gente ouvir, mas lembrei que vocês já têm o CLP para isso. Bem, adorei a conversa com o Carlos e com o Sidão. E me deu saudade da época que eu tinha meu blog de tirinhas, o Rabiscos num Caderno (http://rabiscosnumcaderno.blogspot.com.br/). Na época que eu ainda era universitário (AKA veterano do Nicolas), passava boa parte das aulas fazendo tirinhas no meu caderno. Daí veio o blog.

    O podcast me deixou com vontade de voltar a desenhar… vou voltar à sala de aula em setembro, será que a inspiração volta?

    Sobre o merchandising da Turma da Mônica, costumo dizer que o Maurício de Souza é o George Lucas brasileiro. O pessoal fica puto comigo, pensando que estou criticando o Maurício. Não estou. O cara é um gênio.

    Grande abraço a todos! Depois volto pra comentar os outros Bacanudos.

    Lucas Conrado
    Podcaster e quase ex-jornalista
    26 anos
    Rio de Janeiro