Bacanudo 016: Expressões do Brasil!

 

No Bacanudo #016 Pedro Duarte, Nícolas Queiros, Ovelha e o convidado, Rodrigo, Quarto Sinistro, falaram sobre as expressões típicas das cidades que vivem! Ficou plural demais, bacana e meio cheio de palavrão…!

Rolou no Bacanudo #016

  • Mazá!
  • Bucho cheio é fogo!
  • Pão com vina?
  • Que diabo é jonga?

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Bacanudo existe desde 2013 e está presente sempre que coisas bacanas acontecem! Além de tentar produzir conteúdo diferente e divertido!
  • Anderson Cardoso

    Belo cast, saiu um pouco do padrão em algumas partes e se superou em outras, super engraçado a parte do exame HAHAHAHAHA estava na rua me segurando pra não mijar de rir.

    Valeu a noite voltar pra casa ouvindo sobre este tipo de coisa, faltou falar da giria ‘ó pai í ó’ acho que não é pras bandas do Pedro ne.

    Pô, Pedro para que afinal servem os posts(rolou no bacanudo) deste site, na moral, não tem link em nada não sei pra que coloca então.

    Abçs

    • Pedro Duarte

      Cara, finalmente entendi o que você reclama nos links! hahahaha

      A parte do “Rolou no Bacanudo” é só pra destacar algumas coisas do tema, não é necessariamente para linkar para algum lugar e tal…

      Às vezes, como no 20 Perguntas do Denis, rola um link (no caso, foi para um documentário). E outras vezes, era pra ter rolado, mas não entrou! 🙂

      Mas, 90% é só para listar mesmo o que rolou no programa!

      Bom que curtiu aí! Esse saiu do padrão em alguns momentos, mas com o convidado que foi… hahaha

      Abraços!

      • Anderson Cardoso

        HAHAHA poxa não tinha me feito entender foi?! my bad :p sempre achei que ali era para ter algum link para algo como uma foto de coisas citadas no cast etc…

        Gostei mas Calma!!

        Ainda não ouvir pela segunda vez rsrsrs…

        Abçs.

  • Pedro, só complementando: na Bahia fala-se duas horas “de relógio” para diferenciar de “duas horas da tarde”, por exemplo.
    Assim, o “duas horas de relógio” é usado para “duração”, em contraposição ao “duas horas da tarde”, que é usado como referência ao momento do dia.
    Mas o que mais me espantou nesse podcast foi descobrir que os Cavaleiros que Dizem Ni do Monty Python se manifestam para ridicularizar pessoas que caem no chão!

  • Hahahah Amamos os sotaques e expressões de todas as partes do nosso Brazilzão!

    PS: Mas não tem como competir com as expressões do Nordeste… são hilárias!

  • Falaí Bacanudos de todo Brasil, bão por demais?

    Queria abrir o comentário de hoje com uma observação. Pessoas que estudam na Escola de Comunicação da UFRJ já têm fama de serem afeminados. O Nicolas falando que “caralho é tudo” só reforça a fama! hehehehe

    Mas falando sério, ótimo programa. Queria acrescentar algumas expressões do Rio de Janeiro (onde moro) e de Minas Gerais (onde nasci).

    Aqui no Rio, os caras usam muito “foda”. E ele pode significar coisas opostas. Você dizer que algo é foda, pode ser que a coisa é muito boa ou muito ruim. O contexto forma o significado da palavra.

    Outra coisa engraçada nos cariocas é que muitos falam “douze” e “naiscer”. Costumo dizer que as vogais que os mineiros comem no final das palavras são exportadas para o Rio de Janeiro.

    Por falar nisso, tal qual acontece com os nordestinos, o sotaque dos mineiros nas novelas é mais falso que nota de 3 reais. Quer ouvir sotaque mineiro de verdade? Assista ao filme “O Contador de Histórias”, feito com atores mineiros.

    Por exemplo, em Belo Horizonte NÃO FALAM aquele sotaque caipira que as novelas mostram. É engraçado que muitos belo-horizontinos falam “dez”, “faz” e afins direitinho. Não é “déiz” ou “faiz”. Caipira até pode falar assim, mas nas cidades grandes não. Outra coisa do modo de falar em Belo Horizonte é o som meio anasalado. “Estação” por exemplo, muita gente fala o “ta” meio fanho. Eu, que sou apaixonado pelo sotaque das belo-horizontinas, acho lindo.

    Uma coisa comum em Minas é o “fraga”. Pra muito mineiro, você não entende, não saca, não percebe, não olha alguma coisa. Você fraga. É comum ouvir “cê fraga aquela música do Skank?”, ou você me diz algo e eu respondo “ah, fraguei”. Ah, fraga é fraga, fraga?

    Fica o convite pra ouvirem o nosso podcast Papo di Minero =) Aliás, se quiserem convidar alguém pra falar sobre o modo de falar de lá… =D

    Aliás, o melhor texto sobre o modo de falar em Minas é esse: http://www.releituras.com/ne_fpbnetto_sotaque.asp

    Abração a todos!

    Lucas Conrado
    24 anos
    Jornalista e podcaster
    Rio de Janeiro

    • Pedro Duarte

      Eu também acho o sotaque de BH muito bacana! E vou te falar uma conclusão: tudo o que não está em São Paulo e Rio é mal representado porque é onde está tudo centralizado, etc.

      Daí, parece que fazem de qualquer jeito! O sotaque baiano, mineiro, nordestino em geral…

      Não é briga nem despeito, essas coisas. É um fato mesmo. Quem consome é da região sudeste (quem consome MAIS) e aí a gente acaba com esses sotaques bacanas e expressões mal representadas – o que tornaria nosso país mais rico e com menor preconceito!

      Valeu, Lucas! Vamos incluir outras expressões na Parte 02 desse programa! hehehe

  • Ocimar

    Cara, saudade da porra de chamar pão francês de ” pão de sal”.

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